Doce vento da noite
Inquieto em sua perfeição
Deslizando suavemente
Neste mar de corrupção
Rijos corpos, imoveis
Em sua completude
Encarnando a malicia
Belas faces, sorridentes
Em suas tortas mascaras
Ocultando as vicissitudes
Marcadas na carne
Imensa hipocrisia, pestilenta
Em sua universalidade
Infectando almas e mentes
De corpos sem virtudes.
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